Do Nada

Do nada surgiu do quando não está se fazendo nada...Do nada, tudo se cria...Do nada, tudo se transforma...Ou



Quinta-feira, Janeiro 08, 2009


Colorindo a vida em mais uma viagem com eles...






...até a próxima aventura...
Escrito por Gazza em 02/11/08 17:59:32

postado por: MARCELLO GAZZANEO 3:41 PM



De viagem....






...num mar infinito...
Escrito por Gazza em 02/11/08 17:49:42

postado por: MARCELLO GAZZANEO 3:41 PM



Histórias da vida.....

Um dia, esses destinos se cruzariam...Levou um tempo, na medida de cada encontro...Foi se contruindo, em coincidências secretas, só mais tarde reveladas....




...em outras conicidências, dessas preparadas pela vida...A mais significativa delas, taí...Pra sempre...
Escrito por Gazza em 24/09/08 21:31:25

postado por: MARCELLO GAZZANEO 3:31 PM



Aos 42....



Aos 42 minutos do segundo tempo
Aos 42 dias de outubro
Aos 42 verões da noite
Aos 42 anos de inverno
Aos 42 sussurros inesperados
Aos 42 beijos desejados
Aos 42 abraços desperdiçados
Aos 42 invernos debruçados
Aos 42 amigos amordaçados
Aos 42 filhos inventados
Aos 42 amores sangrados
Aos 42 olhares roubados
Aos 42 desejos sentidos
Aos 42 caminhos partidos
Aos 42 sorrisos cedidos
Aos 42 destinos cumpridos
Aos 42 amores, você

Aos 42 anos de minha vida, eu....

Escrito por Gazza em 07/10/08 13:43:09

postado por: MARCELLO GAZZANEO 3:30 PM



Seu olhar....



Linda!
E eu me sinto enfeitiçado
Correndo perigo
Seu olhar
É simplesmente
Lindo!...

Mas também não diz mais nada
Menina bonita
E então quero olhar você
Depois ir embora
Sem dizer o porquê
Basta olhar prá você...

E eu me sinto enfeitiçado
Correndo perigo
Seu olhar
É simplesmente
Lindo!.....

Escrito por Gazza em 08/10/08 16:24:18

postado por: MARCELLO GAZZANEO 3:28 PM



As cores da vida...

Chuva, cinza e um sensação de angústia. Foi asssim que começou minha quarta-feira. No trajeto entre o Cachambi e a Tijuca, feito quase que automaticamente pelo meu carro nos últimos meses, tudo parecia irremediavelmente turvo. A vida havia parado. Essa era a sensação mais forte. Estava ali, diante do volante, o rádio ligado, mas era como se viajasse por lugares desconhecidos, descoloridos...Cheguei em casa, ainda pela manhã, com um passado perdido...Era como se não tivesse feito aquele trajeto tão real em minha vida...Não sabia o que pensar, por vezes...Queria mesmo estar dois dias atrás daquela quarta-feira cinzenta...Não dava, apesar de todo esforço...Entrei em casa e fui tomar um café, me preparar para o resto do dia, para o resto do que me restara...Pensava no amor em mim, na vida aberta um dia pelo destino...Era o que me sustentava naquelas horas que se seguiram...

Sol, azul e a felicidade...Já era quinta-feira, ainda manhã, e estava eu ali, fazendo aquele mesmo percurso da quarta-feira anterior...No meu carro, o som ligado, buzinas, carros eloqüentes e pessoas passando naquele ritmo cotidiano da vida...Tudo ali era real...Pulsava...Como a vida em mim...Havia deixado meu amor na faculdade, seguia para casa, com o resto do dia a me esperar, um céu de sorrisos, nuvens de algodão, esparças...O tom do amor havia retornado, como no dia em que cruzei aquele olhar azul, tão imenso, tão revelador...Meu coração batia colorido, destemido, irradiante...
As cores da vida, meus olhos miram pelo coração...No meu coração, você...

Escrito por Gazza em 11/10/08 19:53:30

postado por: MARCELLO GAZZANEO 3:27 PM



No trem...

Ó, olha o trem, vem surgindo de trás das montanhas
azuis, olha o trem
Ó, olha o trem, vem trazendo de longe as cinzas do
velho aeon

Ó, já é vem, fumegando, apitando, chamando os que
sabem do trem
Ó, é o trem, não precisa passagem nem mesmo bagagem no
trem
Quem vai chorar, quem vai sorrir ?
Quem vai ficar, quem vai partir ?




Pois o trem está chegando, tá chegando na estação
É o trem das sete horas, é o último do sertão, do
sertão

Ó, olha o céu, já não é o mesmo céu que você conheceu,
não é mais
Vê, ói que céu, é um céu carregado e rajado, suspenso
no ar

Vê, é o sinal, é o sinal das trombetas, dos anjos e
dos guardiões
Ó, lá vem Deus, deslizando no céu entre brumas de mil
megatons

Ó, ó o mal, vem de braços e abraços com o bem num
romance astral

Escrito por Gazza em 29/08/08 21:20:57

postado por: MARCELLO GAZZANEO 3:25 PM



Em reunião

Essa imensidão azul
Me colore o dia
Com a tinta da vida
Na medida corrida
Do destino rendido

Escrito por Gazza em 06/08/08 21:47:46

postado por: MARCELLO GAZZANEO 3:23 PM



Coisas do amor....

...A marcha alegre se espalhou na avenida e insistiu
A lua cheia que vivia escondida surgiu
Minha cidade toda se enfeitou
Pra ver a banda passar cantando coisas de amor

Mas para meu desencanto
O que era doce acabou
Tudo tomou seu lugar
Depois que a banda passou

E cada qual no seu canto
Em cada canto uma dor
Depois da banda passar
Cantando coisas de amor
Depois da banda passar
Cantando coisas de amor...

Escrito por Gazza em 15/08/08 14:43:11

postado por: MARCELLO GAZZANEO 3:22 PM



Acorda!!


Escrito por Gazza em 17/08/08 21:13:16

postado por: MARCELLO GAZZANEO 3:22 PM



Roda mundo, roda peão...


Escrito por Gazza em 06/04/08 18:05:40

postado por: MARCELLO GAZZANEO 3:18 PM


SENSACIONAL, MANÉ...


Escrito por Gazza em 24/02/08 14:38:24

postado por: MARCELLO GAZZANEO 3:16 PM



Eles, por mim...

Nos olhos a criança se expande
Não se esconde
Corre atrás de montes
Ao horizonte
Infinitos semblantes
De uma alegria rompante
Surpreendentes gargalhadas
Numa escorregada
Naquela praça cimentada
Não há pedras atadas
Em vai e vem de balançadas
Brincadeiras inventadas
Enquanto o tempo
Vai ao vento
Eu sento a olhar
A criançada a girar
A criar
A inventar
Um mundo inteiro
Saltar, saltar,
Rodar, rodar
Até os olhos fechar
E nos sonhos
Voltar a brincar

Escrito por Gazza em 24/02/08 20:41:43

postado por: MARCELLO GAZZANEO 3:16 PM


AS CORES DA VIDA...



Esse lugar faz diferença...sempre...
Escrito por Gazza em 27/02/08 19:37:41

postado por: MARCELLO GAZZANEO 3:15 PM


Ele e o jornalismo atual...
"Na realidade, o gênero entrevista abandonou há muito os modelos rigorosos do jornalismo para se internar com patente de pirataria nos mangues da ficção. O ruim é que a maioria dos entrevistadores o ignoram, e muiitos entrevistados ingênuos ainda não sabem. Uns e outros, por sua vez, não aprenderam ainda que as entrevistas são como o amor: são necessárias pelo menos duas pessoas para fazê-las, e só resultam boas se essas duas pessoas querem. Caso contrário, o resultado será uma série de perguntas e respostas das quais pode sair um filho no pior dos casos, porém jamais sairá uma boa recordação"
(Gabriel García Marquez)
Escrito por Gazza em 03/03/08 21:52:37

postado por: MARCELLO GAZZANEO 3:14 PM



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